Empresário que presenteou criança com relógio é notificado por apologia ao trabalho infantil

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A criança sempre foi a maior esperança dos esquerdistas sedentos por poder. Inocentes, são presas fáceis. Com a educação básica infestada por militantes, é mais vantajoso deixá-las numa sala de aula, onde são expostas a todo tipo de propaganda socialista, do que no seio da família, se enchendo de valores, entre eles, o do trabalho.

Num passado não muito distante, era comum lá pelos onze ou doze anos, dividir-se entre as tarefas da escola e algum tipo de trabalho. A escola cuidando da formação intelectual, o trabalho, da formação prática. Vieram as teorias pedagógicas de viés marxista e o aluno deixou de ser um indivíduo para tornar-se parte da engrenagem de “transformação social”.

A demonização do trabalho infantil ficou a cargo da mídia e, em pouco tempo, tornou-se uma prática proibida por lei. É claro que onde ocorrem abusos, a justiça deve interceder, no mais, as famílias deveriam ter a liberdade de escolher a melhor condução para o aprimoramento de seus filhos.

A patacoada resultante dessa visão distorcida da realidade ficou por conta do MP de Goiás. Vendo um vídeo que correu o país, em que um empresário dá de presente um relógio a uma criança que, trabalhando de engraxate, havia juntado dinheiro para comprar um presente para o pai, o MP recebeu uma denúncia e o procurador Leomar Daroncho não viu um gesto de caridade, mas um crime.

O dono da relojoaria foi intimado a prestar esclarecimentos sobre sua conduta que, para o procurador, foi entendida como apologia ao trabalho infantil. Já faz um bom tempo que temos uma elite de patetas do direito intervindo nas relações interpessoais como se fossem os arautos do aperto de mão e do abraço.

Para não ser processado, o empresário teve que assinar um termo de “ajuste de conduta” (que p… é essa?). O procurador Daroncho, para surpresa de ninguém, é colunista no portal de extrema esquerda Carta Capital.

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