Supremacista que transmitiu massacre na Nova Zelândia deve ser o primeiro do país a ter prisão perpétua

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O supremacista branco que matou 51 muçulmanos na Nova Zelândia em 2019, permaneceu impassível nesta segunda-feira (24), quando os sobreviventes e o promotor descreveram em uma sala de audiência o horror vivenciado na duas mesquitas de Christchurch atacadas, informou a AFP. O australiano Brenton Tarrant, 29 anos, foi declarado culpado por 51 assassinatos e 40 tentativas, além de uma acusação de terrorismo.

O tribunal de Christchurch deve anunciar a condenação na quinta-feira (27).

Tarrant permanece preso na penitenciária de segurança máxima de Auckland. Vestido com o uniforme de detento, ao lado de três policiais, ele permaneceu em silêncio e impassível, levantando a cabeça algumas vezes para observar o público, contou a reportagem da AFP.

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